pouco me importa, quando sei que a tua amizade vale muito mais que qualquer amor.
és uma mierda.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
domingo, dezembro 12, 2010
nos meus sonhos sou tão feliz. sonho com campos gigantescos, verdejantes, com ar puro, tenho um vestido branco, estou descalça e sinto nos meus pés todas aquelas ervinhas lindas e frescas a cada passo que dou, e sinto-me bem assim. deito-me no meio daquela beleza imensa, fecho os olhos com suavidade e logo sou atingida por uma suave e livre brisa que me acalma e me faz esboçar o mais belo sorriso que algum dia conseguirei esboçar, abro os braços e sinto em todos eles, o fresco e lindo campo, que me abraça e embala ao ritmo que o vento faz voar toda aquele ar limpo, fresco e rejuvenescido. passo as mãos e consigo sentir toda a frescura e pureza da minha consciencia. acalma-me a alma e por momentos consigo ser imensamente feliz. hoje.
a alma gira e gira, estou enjoada de tantas voltas, não sei por onde me virar mais. não tenho uma direcção certa. vagueio por ai e por aqui, lá e acolá. não sei mais onde devo estar, onde devo viver e respirar. sento-me num canto sozinha e refugiada. de tudo. não penso em nada e penso em tudo. repenso o que ja se passou, apercebo-me de tudo o que perdi e tudo o que vivi. não sinto qualquer arrependimento. não sinto qualquer vontade de mudar nada, nem de voltar ao que era. quero viver, quero rir e sorrir, correr livremente e ser feliz. à minha maneira.
sábado, dezembro 11, 2010
valor?
Pela primeira vez, tenho a estranha sensação de valorizar mais do que devo, sem a contribuição de terceiros. E não gosto.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
preciso-me
estou a fraquejar, não me encontro em canto algum dentro de mim, já não me reconheço a mim própria. os meus actos não são os mesmos, a minha mente não é a mesma e eu simplesmente não consigo ver como realmente sou, não consigo dar a entender o que realmente sou, e poucas são as fontes de recepção que me entendem como realmente me devem entender. preciso de mim, é a mim mesma que preciso de encontrar. rapidamente. desespero apodera-se de mim. não consigo continuar assim. preciso-me.
segunda-feira, dezembro 06, 2010
amor?
corria que nem louca, sem destino, e sem querer, entrei num novo caminho. fui à descoberta, olhei para todos os cantinhos, só pensava no quão esquesito era, tão novo e fresco. onde irei parar? pensei. continuei, de mão dada com o (supostamente pensava eu), amor. sorri, ri, fui feliz, vivi todos os momentos com o maior do entusiasmo. senti com todo o coração aquilo que via, aquilo que estava ao meu lado, aquilo que se punha no meu caminho. senti com força e força. tropecei montes de vezes, encontrei imensas pedrinhas e pedragulhos no caminho, alguns guardei porque os achava interessantes, outros simplesmente ignorei, pensando não voltar a ve-los. enganada, continuei o meu caminho, pensando no quanto feliz estava, sem ver que para trás só deixava marcas jamais inalteráveis. nunca me passou pela cabeça no quão mal me estava a fazer. nem sempre o amor esteve do meu lado, muitas vezes dava por mim de mão dada com o odio, com a raiva e até mesmo com o engano. não sabia porquê, nem como. ignorei e continuei sempre à procura daquele que me deu a mão desde inicio. até que cheguei a um cruzamento, tive de fazer escolhas, tive de novamente seguir outro caminho, e o amor? o amor simplesmente me deixou continuar sozinha, dando-me pontapés, puxando-me para baixo e não me deixava subir, não me deixava continuar. não percebia o porquê, não percebia porque razão não me deixava ir, ou porque razão não me acompanhava. porquê? egoismo, tudo se resumia a egoismo. não me queria ver feliz, não me queria acompanhar, porque sabia que iria sempre haver uma barreira, atalhos diferentes e que provavelmente não nos voltariamos a encontrar tão cedo. eu acreditava que sim, acreditava que por mais longe que estivéssemos, o sentimento iria ser muito mais forte, iria superar tudo. mas o amor, o amor foi egoista, foi hipocrita, e ensinou-me que não só é preciso amar, mas como também é preciso SABER amar. e o próprio amor, não sabe o que é amar. nunca soube. e duvido que algum dia saberá. primeiro tem de aprender a respeitar, tem de aprender que nem tudo se resume a contacto fisico, o sentimento também manda. e mais importante que sentir e tocar, é saber estar nas duas situações, separando-as, e aprender a viver com as duas. sem receio. nem egoismo.
deixa correr, vive com intensidade cada momento, porque amar é uma arte, é um auge que poucos alcaçam. é preciso força, é preciso saber amar, é preciso entender e responder correcto. saber corresponder. aprender e evoluir. tropeçar, cair e levantar. sabedoria acima de tudo, não basta sentir, tem se saber o que se sente, ter a certeza do que se quer, para não magoar, para não fazer rasteiras, não deixar cair outro aos nossos pés. amar, é respeitar e saber respeitar. não é querer, não é puder. é saber.
domingo, dezembro 05, 2010
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