segunda-feira, novembro 29, 2010

domingo, novembro 28, 2010

us

Durante a minha longa jornada, decidi pôr tudo de parte, desviei-me do caminho que seguia rigorosamente, insegura e sem saber o que me esperava, avancei calmamente, explorei, observei, saboreei o que encontrei e gostei. Acabando por descobrir que foi a melhor escolha, foi o melhor desvio que podia ter feito. Sinto-me bem e feliz. Finalmente posso respirar com calma e desfrutar de um bom sentimento, de tranquilidade e de uma boa paz interior. Estou a adorar este estranho sentimento que se apodera de mim sem saber o porquê. E sabem que mais? Nem questiono, não me interessa o porquê, não me interessa a razão por que está a acontecer. Apenas quero desfrutar como se não houvesse amanhã, quero viver, e quero que vivam comigo. Adoro-vos, e tenho a certeza do que digo. Vivam comigo, e não questionem o amanhã, porque o amanhã não interessa, o que realmente nos faz crescer e ser felizes é o AGORA, o instante, o momento, a magia do acontecimento. Naturalidade.

terça-feira, outubro 26, 2010

desculpem-me

Sinceramente, não sei por onde começar, nem como explicar. Começo por pedir desculpa, peço desculpa por não estar a mostrar quem realmente sou. Peço imensas desculpas, não sinto que estou a ser sincera com voces. Sinto-me uma mentirosa, uma estupida, inutil. E estou a desiludir-vos, eu sei. Para mim voces sao tudo neste momento, não me imagino nesta nova fase da minha vida, sem voces. Peço desculpa IMENSA DESCULPA, por não vos ter agradado. Estou a sentir-me mal por isso. Estou a sentir-me mal comigo mesma. Preciso de um mega beijo, e um mega abraço. Sinto vontade de vos apertar pra sempre, SEMPRE. Não sei mesmo como explicar-vos o que sinto. Mas o que preciso mesmo é do vosso maior apoio. Desculpem-me. Adoro-vos. Catarina, Daniela, Rebecca, Adriana, Joana, Cintia, Marta.

sexta-feira, outubro 15, 2010

quero-te, mas não te digo.

E ao fim de tudo, acabou. o meu coração chora, mas os meus olhos secaram completamente. Não consigo transmitir em palavras o que sinto, não sei explicar o que sinto com um olhar, é impossivel alguém compreender o que me vai na alma, o que me corroi o coração, é impossivel. não o sei transmitir, não o sei explicar, e simplesmente nem quero falar. estou seca, vazia, inutil. não sou nada neste momento. zeros. fui-me completamente. e nada me consegue tirar deste poço sem fundo, que cada vez me parece mais fundo, não consigo ver-lhe o fim, não consigo imaginar o que poderei encontrar depois da queda, não sei o que me espera. será a felicidade que espera por mim? será a angustia? raiva? dor? sofrimento? um vazio sem fim? não aguento. mal posso esperar por ver a luz no final (se é que ele existe mesmo), mal posso esperar para ver o que me espera. mal posso. mal mesmo. já não me corre sangue, mas sim dor, sofrimento, tristeza, angustia, carência, isso sim, corre-me nas veias. e não aguento. não consigo sair sozinha deste buraco, não consigo fugir de mim mesma. não consigo fugir dos meus proprios maus pensamentos. simplesmente, não tenho forças, não tenho vontade própria. apenas tenho vontade de cair, rastejar, tornar-me transparente (se é que não o sou já). bah, quero ajuda, mas não quero. quero-te, mas não te digo.

sábado, setembro 25, 2010

g

sinto-me vazia, sem palavras. sinto que o mundo cai sobre mim e eu não tenho forças para o levantar, porque estou vazia, porque não tenho a minha força comigo, porque a levaste, porque não quiseste saber, porque eu não sou nada para ti. nunca fui. não sei porque. mentiste-me, enganaste-me. iludiste-me. e eu sinto-me fraca com isso. não mereço, eu sei que não. porque eu amava-te. porque eu ansiava por uma mensagem tua, nem que fosse pra me mandares a merda. eu sentia, sinto e vou sentir sempre a falta de quem nunca foste. vou sentir falta daquilo que sempre imaginei que pudesses ser..

domingo, setembro 05, 2010

(broken)

Tenho saudades daquilo que um dia nunca fui. Tenho saudades de suar de alegria. Tenho saudades minhas. Saudade.

quarta-feira, julho 21, 2010

medos

Hoje vou falar de medos, do que realmente me faz sofrer por dentro. Tenho medo, receio, dor. Medo, o maior medo de todos é mesmo o fim, o maior fim de todos, daí o maior medo de todos. Receio de errar, escolher mal o meu caminho, acabar por decidir mal, e acabar por enfrentar o maior fim, e sofrer. Dor, por sofrer quando encontrar o fim, e recear ter escolhido mal o meu caminho e enfrentar de vez o maior medo de todos. Confuso? É como me sinto.
Tantas decisões, tantos medos, tantos receios, tantas dores. Porquê? Para planear, planear.. Sinceramente, para quê? Não sabemos o dia de amanhã. Porque é que é tão difícil? Bah, só perguntas..
Enfim, medos.. Tenho medo de viajar, porque posso ter um acidente. Tenho medo de ficar no mesmo sitio e acabar por enlouquecer. Tenho medo de tomar a decisão errada e me arrepender. Tenho medo de não arriscar e me arrepender da mesma forma. Tenho medo, e isso está a corroer-me, por dentro. E não sei mais que fazer, não sei mais que pensar, e sei lá o que o dia de amanhã me pode reservar. Sinto que não luto o suficiente, que não me esforço o suficiente para ser feliz, que não me esforço para agradar, para me sentir bem comigo mesma. Não sinto nada de bom. E já estou a desesperar. A cair, e parece que não tenho forças para me levantar.
Talvez não seja nada. Talvez não passe de uma parvoíce. Mas tenho de lutar mais, de me esforçar. E ser feliz. Porque mereço. (acho eu)

terça-feira, maio 18, 2010

porque?

gostava de perceber o que sentes, gostava de saber o que dizes disto tudo, gostava de puder falar sem medo de te magoar, (ou de me magoar a mim mesma..) tenho medo de te perder, tenho medo de sentir demais a tua falta, tenho medo que isto nunca mude. amo-te e és mais do que aquilo que imaginas, muito mais. és mais do que aquilo que eu alguma vez poderei ser para ti. mesmo estando ao teu lado todos os dias, e bem perto que estou, tenho saudades tuas. <3

quinta-feira, março 18, 2010

por momentos

A música tocava no mp3 e eu, por momentos viajei, para longe, onde jamais pensei viajar, um sitio completamente vazio, calmo, um sitio meu, que só eu o via, e por momentos, senti-me bem, era eu e tu, num abraço longo, como só tu sabes dar, num abraço carinhoso, que me acalmou e levou ao extremo da felicidade, ao extremo da calma, do silencio, onde já não se ouvia musica alguma, e era apenas eu e tu, num abraço longo, e eu, eu senti-me bem, por momentos, por segundos, um instante que parecia durar eternamente, não me largaste, não me deixaste sozinha e a felicidade foi tanta que a lágrima se soltou, e não veio só, vieram mais e mais, e quando dei por mim, era um rio de lágrimas, de saudade, porque é o que tenho em mim, saudade, sinto-me vazia, não existe nada, apenas o meu coração, despedaçado pelas tuas próprias mãos, e jamais, jamais se vai compor, porque não sei como o compor, não sei como aliviar a dor que me causaste. Simplesmente, não sei viver assim.